“Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste vê-los sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados e enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do Homem.” (Drummond)
The fear of the Lord is the beginning of wisdom; and the knowledge of the Holy One is understanding. Proverbs 9:10
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Frase do dia!!
“Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste vê-los sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados e enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do Homem.” (Drummond)
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
James Heckman e a importância da educação infantil
O Sábio Salomão já dizia "Ensina a criança o caminho que deve andar e quando for velho não desviará dele. A reportagem mencionada a seguir vem corroborar com os princípios bíblicos.
O Nobel de Economia, que falará em São Paulo nesta segunda 25, diz que investir nos anos iniciais das crianças é o caminho para o país crescer
O americano James Heckman, 73
anos, é reverenciado tanto em sua área de origem, a economia — que lhe rendeu o
Prêmio Nobel em 2000 —, como na educação,
que ele investiga com a curiosidade de quem ama calcular. Heckman criou
métodos científicos para avaliar a eficácia de programas sociais e vem se
dedicando aos estudos sobre a primeira infância — para ele, um divisor de
águas. É sobre esse assunto que falará, na segunda-feira 25, no encontro Os desafios
da primeira infância — Por que investir em crianças de zero a 6 anos vai mudar
o Brasil, organizado pelas revistas Exame e VEJA e apoiado pela
Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, pela Fundación Femsa e pela United Way
Brasil. Professor na Universidade de Chicago, Heckman veio uma dezena de vezes
ao Brasil. Estava no Rio quando recebeu o telefonema de sua vida. “Disseram-me
que seria premiado com o Nobel, e eu achei que era trote”, revela ele, que fala
com rara propriedade sobre o país.
Por que os estímulos nos primeiros anos
de vida são tão decisivos para o sucesso na idade adulta? É uma fase
em que o cérebro se desenvolve em velocidade frenética e tem um enorme poder de
absorção, como uma esponja maleável. As primeiras impressões e experiências na
vida preparam o terreno sobre o qual o conhecimento e as emoções vão se
desenvolver mais tarde. Se essa base for frágil, as chances de sucesso cairão;
se ela for sólida, vão disparar na mesma proporção. Por isso, defendo estímulos
desde muito cedo.
Quão cedo? Pode parecer exagero,
mas a ciência já reuniu evidências para sustentar que essa conta começa no
negativo, ou seja, com o bebê ainda na barriga. A probabilidade de ele vir a
ter uma vida saudável se multiplica quando a mãe é disciplinada no período
pré-natal. Até os 5, 6 anos, a criança aprende em ritmo espantoso, e isso será
valioso para toda a vida. Infelizmente, é uma fase que costuma ser
negligenciada — famílias pobres não recebem orientação básica sobre como
enfrentar o desafio de criar um bebê, faltam boas creches e pré-escolas e,
sobretudo, o empurrão certo na hora certa.
Qual é o preço dessa negligência? Altíssimo.
Países que não investem na primeira infância apresentam índices de
criminalidade mais elevados, maiores taxas de gravidez na adolescência e de
evasão no ensino médio e níveis menores de produtividade no mercado de trabalho,
o que é fatal. Como economista, faço contas o tempo inteiro. Uma delas é
especialmente impressionante: cada dólar gasto com uma criança pequena trará um
retorno anual de mais 14 centavos durante toda a sua vida. É um dos melhores
investimentos que se podem fazer — melhor, mais eficiente e seguro do que
apostar no mercado de ações americano.
Se isso é tão claro, por que a primeira
infância não está na ordem do dia de quem tem a caneta na mão para decidir?
Há ainda uma substancial ignorância sobre o tema. Algumas décadas atrás, a
própria ciência patinava no assunto. A ideia que predominava, e até hoje pesa,
é que a família deve se encarregar sozinha dos primeiros anos de vida dos
filhos. A ênfase das políticas públicas é na fase que vem depois, no ensino fundamental.
E assim se perde a chance de preparar a criança para essa nova etapa,
justamente quando seu cérebro é mais moldável à novidade.
A classe política também evita olhar para
a primeira infância por achar que esse é um investimento menos visível a curto
prazo? Os políticos podem, sim, considerar isso, mas estão
redondamente enganados. Crianças pequenas respondem rápido aos estímulos de
qualidade. Para quem tem o poder de decidir, deixo aqui a provocação: não
investir com inteligência nesses primeiros anos de vida é uma decisão bem pouco
inteligente do ponto de vista do orçamento público. Basta usar a matemática.
O que mostra a matemática? Vamos
pegar o exemplo da segurança pública. Há ao menos dois caminhos para mantê-la
em bom patamar. Um deles é contratar policiais, que devem zelar pelo
cumprimento da lei. O outro é investir bem cedo nas crianças, para que adquiram
habilidades, como um bom poder de julgamento e autocontrole, que as ajudarão a
integrar-se à sociedade longe da violência. Pois a opção pela primeira infância
custa até um décimo do preço. Recaímos na velha questão: prevenir ou remediar?
Como se vê, é muito melhor prevenir.
O senhor pode soar fatalista: ou bem a
criança é estimulada cedo ou terá perdido uma oportunidade única para o aprendizado?
A discussão realmente abre uma margem para essa interpretação, mas não é bem
isso. A mensagem jamais pode ser: depois dos 5 anos, já era. Desde que a
criança esteja vivendo em sociedade, ela vai aprender. Existe na espécie humana
uma extraordinária capacidade de se beneficiar do ambiente. Só não podemos
deixar de encarar o fato de que uma criança que tenha sido alvo de elevados
incentivos conquistará uma vantagem para o resto da vida. De outro lado, quanto
mais uma criança fica para trás, mais dificuldade ela terá para preencher as
lacunas do princípio.
O senhor discorda então de uma ala de
cientistas que vê as chamadas janelas de oportunidade para o aprendizado como
algo mais definitivo? Acho que há exagero nesse campo: é como se
tivéssemos no cérebro janelas que se abrem por inteiro numa fase e se fecham
por completo em outra. Dito isso, há, sim, momentos mais favoráveis para a
aquisição de certos conhecimentos: se quiser falar um idioma sem sotaque, é
mais apropriado começar aos 8 do que aos 16 anos.
A propósito dos 8 anos, o economista Adam
Smith (1723-1790) dizia que as crianças eram todas essencialmente iguais até
essa idade. O senhor concorda? Não. Smith tinha uma visão idealista
segundo a qual todos seríamos iguais por natureza até esse ponto da vida e, só
aí, começaríamos a nos diferenciar uns dos outros. Mas a ciência já deixou
claro que há capacidades inatas que nos distinguem, como a noção espacial ou a
habilidade numérica ou ainda o talento para piano, artes e xadrez.
Reconhecê-las e incentivá-las cedo torna-se uma vantagem.
Que tipo de política pública de primeira
infância tem surtido mais efeito? O grande impacto positivo vem de
programas que conseguem envolver famílias pobres, creches e pré-escolas,
centros de saúde e outros órgãos que, integrados, canalizam incentivos à
criança — não só materiais, evidentemente. O programa americano Perry, da
década de 60, é um exemplo clássico de que o investimento em uma boa pré-escola
produz ótimos resultados.
Por que esse modelo é bom? Ele
envolve ativamente os alunos em projetos de sala de aula, lapidando habilidades
sociais e cognitivas, sob a liderança de professores altamente qualificados. A
família mantém um estreito elo com a escola. Temos de ter sempre certeza de que
a família está a bordo, qualquer que seja a iniciativa.
Não é irrealista esperar tanto de
famílias que vivem na pobreza, como no Brasil? Um bom programa de
primeira infância consegue ajudar a família inteira, fazendo chegar até ela
informações, boas práticas e valores essenciais, como a importância do estudo
para a superação da pobreza.
Pesquisas brasileiras mostram que muitas
crianças que frequentam creches e pré-escolas acabam se saindo pior nos
primeiros anos de estudo do que outras que ficam em casa. O resultado o
espanta? Não. Já vi estudos que chegaram a conclusão idêntica nos
Estados Unidos, no Canadá e na Europa. Trata-se de uma questão sem resposta
absoluta: tudo depende do tipo de incentivo que a criança tem em casa e daquele
que receberá na creche. Não é que a escola faça mal, mas é preciso indagar:
onde a criança tem mais a ganhar ou menos a perder?
O que o Brasil pode aprender com a
experiência internacional? Os programas de maior retorno são
justamente aqueles que se apoiam em uma rede e, através dela, levam às famílias
toda sorte de incentivos, de diferentes áreas que convergem. Aliás, o Brasil
tem uma vantagem aí: o sistema público de saúde alcança todos os cantos e pode
funcionar como ponto de partida para essa rede de estímulos. O país também
deveria prestar atenção na qualidade dos professores: países como a Finlândia
souberam valorizar a carreira docente — não apenas no salário, que fique claro
— e colheram grandes resultados na educação desde cedo.
Existe um debate no Brasil sobre a
extensão da licença paternidade — a lei brasileira garante hoje apenas cinco
dias ao pai. O senhor é a favor? O princípio de o pai ter a chance de
estreitar laços com o filho desde o começo é bem-vindo. Os benefícios vão
depender, porém, de como esse tempo será efetivamente aproveitado.
O senhor é um dos precursores de uma
discussão que agora está em alta nas rodas educacionais: o desenvolvimento de
habilidades socioemocionais. É possível mesmo ensiná-las? Sim, na
escola e em casa. O grande erro nesse debate é tratar tais habilidades — autocontrole,
resiliência, trabalho em equipe — como algo que não tem nada a ver com as
habilidades cognitivas, o aprendizado das matérias propriamente ditas. Não
existe essa fronteira. O bom professor está sempre ensinando as duas: ao
aprender a ler e a soletrar as palavras, a criança interage com amigos, forma
vínculos, lida com emoções ligadas ao sucesso e ao fracasso — enfim, aprende a
se comunicar de forma ampla.
Por que tantos educadores torcem o nariz
quando se fala em habilidades socioemocionais? Eles ainda estão
aferrados à ideia obsoleta de que inteligência se resume a QI, um conceito de
cinquenta anos atrás que não evoluiu com o mundo.
Ler para a criança desde cedo está no rol
dos grandes incentivos de efeito comprovado pela ciência. Por que isso é tão
poderoso? Porque estimula ao mesmo tempo o gosto pela leitura, a
capacidade de comunicação e a curiosidade para adquirir conhecimento. Se nada
der errado, isso se desdobrará por toda a vida.
O incentivo dos pais pode virar exagero?
Observo em famílias de classes mais altas uma tendência à proteção exagerada
dos filhos. Considero isso um erro. Todo mundo deve experimentar não só as
vitórias como também os fracassos. São eles, afinal, uma fonte essencial para o
aprendizado.
Publicado em VEJA de 27 de setembro de 2017, edição nº 2549
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Dicas de estudo
Evite esses erros na
hora de estudar
1- Não Tire o celular de perto.
2- Ficar em local inadequado.
Sugiro que você escolha um lugar tranquilo, silencioso,
confortável e claro.
3- Não tirar um momento de descanso.
A
orientação dos especialistas é fazer uma pausa de 10 ou 15 minutos.
4- Não tenha um objetivo.
Aquela pessoas que tem uma meta, um foco,
com certeza, possui mais chances do que aquelas não têm. Aquele que não sabe para onde vai qualquer
vento leva.
5- Estudar uma disciplina só.
Segundo especialistas, trocar a disciplina
depois de duas horas ou três muda a
lógica e aumenta a eficiência do estudo.
6- Não faça resumo do conteúdo.
Quando você faz resumo, isso facilita o estudo
e você ganha tempo.
Um
abraço,
Luciana
Franck
terça-feira, 12 de setembro de 2017
O céu um lugar muito chato! Por Luciana Franck
Certa vez, um
pré-adolescente exclamou numa
sala de escola dominical:
“- Eu acho que o céu deve ser muito chato!
Na
hora, alguns saíram em defesa do céu,
exortando o pequeno infiel.
Mas confesso, aquela afirmação me intrigou.
Depois de alguns anos passados desse episódio,
estava eu lendo um bom livro, intitulado
- Este
é o nosso Deus-Autorrevelação do Senhor nas escrituras de Kathleen B.
Nielson e D. A. Carson (org), Editora Cultura Cristã.
Em um determinado
trecho, o Dr Donald Arthur Carson (MDivm, PHD, professor em Deefield, Illinois,
afirma que:
"Todos já vimos aqueles pequenos cartuns com pessoas vestidas de
camisolas, sentadas em nuvens brancas fofinhas, tocando harpas, tendo em cima
da cabeça uma auréola de aparência divertida. (...) Se o céu se parece com
isso, não tenho muita certeza se quero ir para lá”.
Lembrei do referido
garotinho esperto com suas
interpretações e opiniões sobre o céu.
No referido
livro, om próprio Carson, cita alguns fatos dos quais não entesouramos o céu tanto assim, dentre eles destaco: nos
submetemos a visão de um céu ridiculamente pequena; e um profundo desconhecimento das Escrituras.
Não devemos ignorar sua diversidade e riqueza. Por exemplo, na parábola dos
talentos, o Mestre diz:” Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco ,
sobre o muito te colocarei; entra no gozo do seu senhor” MT 25.21-23 . Em
outras palavras, o céu envolverá não apenas a felicidade, mas o trabalho com
responsabilidade maiores do que tudo o que você já fez aqui. Em outro texto,
achamos imagens de participação em um grande coro celestial, de descanso, de
santidade resplendente. O novo céu e anova terra envolverão oportunidades
fantásticas para crescimento e serviço. Não refletir a respeito da riqueza das
imagens bíblicas diminui a nossa antecipação daquilo que a Bíblia nos diz que
está por vir. (Carson, p.150)
E não podemos também deixar de citar, o que
Apóstolo Paulo disse sobre o assunto:
“Nem
olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que
Deus tem preparado para aqueles que o amam." 1 Coríntios 2:9
Por isso
garotinho, que hoje já deve ser um jovem adulto, oro para que o Senhor te revele que o céu será
um lugar maravilhoso.
Um abraço,
Luciana Franck
“Oração: Obrigado Senhor, sabes minha paixão para com essa palavra, sei
que o céu e a vida eterna, estão muito além da minha capacidade de pensamento,
e que será muito melhor do que tudo que sou capaz de imaginar. Esta esperança
de viver no céu com o Senhor é o meu maior motivo de alegria nesta vida, a
alegria da salvação não tem explicação. Obrigado Deus. Eu oro em nome de Jesus.
Amém.” (Devocional diário)
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Você tem um adolescente problemático? Eis umas dicas valiosas...
O livro Teenologia – a arte de criar adolescentes incríveis, de Jum
Burns, tem um capítulo que
trata de adolescentes com problemas, super recomendo a leitura dele , eis um pequeno trecho:
– O que os pais podem
fazer
Muitos pais entram em conflito com seus filhos. Ou seja, se
sua casa parece uma zona de guerra, você não está sozinho. A tensão afeta todos
os aspectos da família e gera estresse em todos os relacionamentos.
Quando seu filho estiver passando um período difícil,
aconselho o mesmo ponto de partida que mencionei no capítulo 1:
permaneça o mais calmo possível, entre
em acordo com seu cônjuge e conserve o máximo da saúde emocional, espiritual e física.
Além disso, o referido autor
também cita outros conselhos,
tais como:
1- Persevere e busque a ajuda de Deus.
É interessante que Jesus tenha falado mais
sobre os problemas e o sofrimento do que sobre a felicidade. Os desafios e
crises de um filho pródigo podem esgotar
completamente as forças. A solução é viver um dia de cada vez e
perseverar em meio aos momentos mais escuros da vida com nossa força enraizada
na compaixão e na misericórdia de Deus.
A Bíblia mostra claramente que , sobretudo nos momentos mais difíceis e
dolorosos, podemos seguir em frente porque Deus está conosco e Sua misericórdia
dura para sempre. Gosto em especial do Salmo 136, o qual nos lembra que, em
tempos difíceis, podemos dar “graças ao senhor, porque ele é bom. O
seu amor dura para sempre”, (v. 1 NVI – grifo do autor
2- Busque apoio.
Quando um problema atinge a família, é
tentador escondê-lo. Alguns consideram o comportamento do filho vergonhoso para
toda a família. Mas tenho visto que todas as famílias sofrem algum problema
familiar uma hora ou outra. Não devemos carregar nossos fardos
sozinhos . Muitas vezes, nosso orgulho
se torna um obstáculo e não queremos
compartilhar nossa dor nem mesmo com os mais confiáveis amigos, mas isso é um
grande erro. (...)
3- Entre acordo com seu esposo.
Quando há um adolescente rebelde em casa, é natural que os pais façam
o jogo da culpa. E a pessoa mais fácil
de culpar é o cônjuge. Isso vale tanto para o pai solteiro/mãe solteira que enfoca os erros de
seu ex quanto para os pais casados. Entretanto, não é hora de fazer dos
problemas de seu cônjuge o ponto
central. Se o casal tiver um plano sobre o qual entre em acordo, será muito
melhor. (...)
4- Crie um contrato de comportamento
Às vezes, uma mudança no comportamento
acontece com uma atitude tão simples como a de colocar um mapa na frente
de seu filho que defina claramente as regras, as consequências e os
alvos. O contrato se torna um sinal de
alerta e faz cessar alguns comportamentos antes que eles fujam ainda mais do
controle. Sugiro que você tente criar um contrato com seu filho e que vocês definam juntos as
boas e as más consequências. Ponha o contrato
o contrato no papel e veja o que acontece. Como já disse, é mais
provável que os filhos apoiem o que eles ajudam a criar. Além disso, a criação
de um contrato junto com seu filho dará a você a oportunidade de
demonstrar mais empatia. (...)
5-
Faça uma
avaliação
Uma avaliação é simplesmente um check –up completo daquela situação ou
problema que está acontecendo com seu filho adolescente e sua família (...)
(...) simplesmente conhecer o problema e
ter um plano estabelecido pode fazer maravilhas (...)
6- Busque o conselho de um especialista
Muitas vezes, após uma avaliação , o
aconselhamento terapêutico é uma boa opção. A Bíblia ensina: “Não havendo sábia
direção, cai o povo, mas na multidão de conselhos há segurança - Pv 11.14
“Buscar aconselhamento é um sinal de força,
não de fraqueza.” (p 117-119)
Espero que ajudem as dicas.
Fiquem com Deus
Luciana Franck
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