segunda-feira, 16 de outubro de 2017

“Trate os com carinho” - Lu Franck



“Trate os com carinho”


                                                      foto: Internet


“Do início ao fim, o livro de provérbios  nos mostra qualidade terna que reside no coração da mãe fiel a Deus em relação aos seus filhos e filhas. Por exemplo:

Salomão, o escritor da maior parte de Provérbios, descreveu a si próprio como bem amado, o querido de sua mãe, um objeto de afeição, como “tenro e único em estima diante de minha mãe” (Pv 4-3)

A mãe de Lemuel em Pv 31-2 manifestou: Como, filho meu? E como, ó filho das minhas promessas Este querido filho não é apenas importante para sua mãe, mas também para Deus ( e muito mais),   por isso ela o dedicou a Ele.

Se você é mãe, será que cada um dos seus filhos sabem que são queridos, bem amados e preciosos para você? “ (Elizabeth George) 

Certa vez  ouvi uma história de um garoto que tirou sua vida, ele  aparentemente tinha uma família normal, porém, na sua carta de despedida o menino disse que não se sentia amado, mas  tal declaração foi  surpresa para  seus pai que sempre lhe deram muitos presentes, uma boa escola, etc.

Por isso, pais fiquemos atentos, pois, às vezes um beijo, um cheirinho, uma cosquinha, um abraço bem apertadinho, uma pergunta “ como foi o seu dia” -  vale muito mais  que só bens materiais, vocês não acham?

Um abraço,

Luciana Franck

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Minha frase predileta!!




Só Deus é absoluto, o resto é relativo..
Lu Franck

Criança...



Criança deixa o coração mais forte, a casa mais barulhenta, a poupança menor, a noite maior.

 As roupas mais batidas, a tristeza mais contida, a família mais agradecida.
 O carro mais sujo, a sala mais bagunçada, a vida tão abençoada. 

A gratidão mais clara de ver, o caminho mais bonito de percorrer. 

O futuro melhor para sonhar, e a alma...

A alma muito maior para amar.

 FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!!!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dez boas razões para arrumar minha cama”



Dez  boas razões para arrumar minha cama”.


“Eu comecei a “fazer cada dia uma coisa para construir  minha casa” depois de ler um artigo que recortei do Jornal Los Angeles Times. Intitulado “ Dez  boas razões para arrumar minha cama”. Confesso que eu era um caso clínico, e adivinhe  - comecei a fazer a cama, cada dia, porque a razão nº 01 dizia: “como a cama é o maior móvel do quarto, arrumar a cama melhora o quarto todo em 80%”.
Dê uma olhada ao redor de sua casa (...) dentro e fora. Faça uma lista das coisas que precisam ser consertadas, montadas, etc., de forma que seu espaço seja mais um refúgio. Então, cumpra, cada dia, apenas um item da lista – ou até mesmo um por semana.
Você  também pode querer conduzir-se com uma atitude que se melhorada, se transformada por Deus – levantaria a atmosfera da casa. Eu usei meu próprio caderno de oração, por exemplo, para trabalhar meu humor. Depois de ler que leva 21 dias para eliminar um mau hábito e formar um novo, pensei: !Ei, eu poderia fazer isso com meu humor!” Bem, deixe me dizer-lhe depressa que levou mais tempo (décadas!) que três semanas para lidar com a área de maior problema, mas cada dia e cada esforço fizeram uma diferença positiva em meu lar, o céu de minha família na terra.” Extraído do livro  - Uma mulher segundo o coração de Deus, Elizabeth George.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Piadas de adolescente



Adolescência
Aquele adolescente não queria saber de nada na vida: não trabalhava, não estudava, dormia durante o dia e passava noites inteiras lendo piadas no Conta Outra. Aquilo já era demais!
- Meu filho, estou muito preocupado. Você já tem 15 anos! O que você quer da vida? Você sabe o que Abraham Lincoln fazia quando tinha a sua idade?
E o filho:
- Na minha idade eu não sei. Mas na sua, ele era o presidente dos EUA.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Alicia Fernández e a Psicopedagogia


 

Artigo por Stela Nolla Marrega - segunda-feira, 7 de abril de 2014







 

A psicopedagogia se preocupa como se dá a relação com o conhecer e o saber.

 

Alicia Fernández é uma percursora da Psicopedagogia, nascida em Buenos Aires em 1944, se formou em psicopedagogia pela Universidade de El Salvado e em psicologia na Universidade de Buenos Aires. Trabalha como Orientadora Educacional, Supervisora e Assessora de Atividades Psicopedagógicas e é Coordenadora de "Grupos de Tratamento Psicopedagógico Didático para Psicopedagogos" em Buenos Aires, São Paulo,  Rio de Janeiro e Porto Alegre.


Autora dos livros “A mulher Escondida na Professora", "A Inteligência Aprisionada", “ O saber em jogo”, “A Atenção Aprisionada” e “Os Idiomas do Aprendente”.

Alicia Fernández (2001) entende que “A psicopedagogia vem para explicar também que na fabricação do problema de aprendizagem como sintoma intervém questões que dizem respeito à significação inconsciente do conhecer e do aprender e ao posicionamento diante do escondido.” Segundo ela, para que ocorra a aprendizagem, é preciso que quem aprende possa conectar-se mais com seu sujeito ensinante do que com seu sujeito aprendente, e quem ensina possa conectar-se mais com seu sujeito aprendente do que com seu sujeito ensinante.


 


Isto é, é preciso permitir que o aluno, o filho, o pai, enfim, aquele que está aprendendo, possa mostrar o que já sabe: a ideia, ou as opiniões, ou as hipóteses que tem a respeito do que lhe é ensinado. Por outro lado, aquele que está ensinando precisa poder reconhecer que o outro, ao mostrar-lhe o que sabe (o aluno, o filho, o pai...), o ensina. Ensina ao "ensinante" (função) o que ele, "aprendente" (aluno, filho, pai...) conhece sobre o assunto, o caminho que o levou a tais opiniões, a tais hipóteses, mostrando o pensamento que pensou. E se, a partir daí, o "ensinante" regular sua ação, estarão ambos aprendendo e ensinando. Será a partir da interpretação dos "ensinantes" sobre as ações dos "aprendentes", que estes (alunos) poderão ir-se constituindo como sujeitos autores. Essa construção do sujeito autor, entretanto, não começa só a partir da idade escolar, mas desde o início da vida do bebê. Porque para FERNÁNDEZ, 2001 “desde o início de sua existência, o bebê já está constituindo o sujeito aprendente sempre em relação com a modalidade de ensino e de aprendizagem de seus pais".

Segundo FERNÁNDEZ APUD BOSSA , a psicopedagogia como uma disciplina com um objeto próprio: a autoria do pensamento e como um acionar dirigido a sujeitos, por ela conceitualizados como "aprendente" e "ensinante".

Possuidora de uma larga experiência de trabalho com famílias, grupos e instituições de saúde e educação, construiu um modelo próprio de diagnóstico psicopedagógico chamado DIFAJ (Diagnóstico Interdisciplinar Familiar de Aprendizagem em uma só jornada), utilizando-o em diversos hospitais públicos e privados de vários países latino-americanos.

                Em seu livro “Os idiomas do aprendente” Alicia Fernandez aborda o papel do inconsciente na aprendizagem: Não cabe ao psicopedagogo buscar culpados, mas sim investigar causas, fraturas e , acima de tudo, apontar caminhos, novas estratégias de ensinar e aprender. Estes caminhos devem fugir de paradigmas, permitir o novo, o criativo, o lúdico. Somos todos essencialmente humanos. Todos temos um potencial e uma modalidade particular de aprender, permeada por subjetividades, vivências, desejos. Pode-se dizer que o diferencial da psicopedagogia é que ela não se preocupa com conteúdos aprendidos ou não, mas sim como se posicionam os ensinantes e aprendentes e procura como se dá a relação com o conhecer e o saber.

             Para Alicia Fernández a intervenção psicopedagógica não se dirige ao sintoma, mas o poder para mobilizar a modalidade de aprendizagem, o sintoma cristaliza a modalidade de aprendizagem em um determinado momento, e é a partir daí que vai transformando o processo ensino aprendizagem.

Referências bibliográficas:


BOSSA, Nádia. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994.

FERNANDES, Alícia. A inteligência Aprisionada. Porto Alegre: Artmed, 1990.

FERNÁNDEZ, Alicia. Os idiomas do aprendente. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

FERNÁNDEZ, Alicia. O Saber em Jogo. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.



Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/55506/alicia-fernandez-e-a-psicopedagogia#ixzz4Cu935LAt

Frase do dia!!




“Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste vê-los sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados e enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do Homem.” (Drummond)