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segunda-feira, 23 de julho de 2018
quarta-feira, 27 de junho de 2018
“Cheguei a escutar que jamais seria aprovada porque teria um filho”
“Cheguei a escutar que
jamais seria aprovada porque teria um filho”
Publicado
em 11/05/2018 - 16:42 Lorena PachecoConcursos
Promotora vence preconceitos e prova que
maternidade não é impedimento, mas sim estímulo para alcançar sonhos
A
maternidade pode ser uma benção para as mulheres, mas nem sempre é vista assim
pela sociedade. O fato de ser mãe, ainda mais com filhos pequenos, é encarado
com preconceito pelo mercado de trabalho. No serviço público não é diferente.
Além de existir concursos que não aceitam mulheres ou que restringem sua
participação, existem editais que não aceitam candidatos com filhos. A luta
diária para se provar capaz de trabalhar e ser mãe é uma realidade de muitas.
Às vésperas do Dia das Mães, o Papo de Concurseiro dá voz a uma dessas
mulheres, Maria Fernanda Balsalobre, que sonhava em ser promotora, mas foi
desacreditada por muitos quando engravidou do primeiro filho. O que eles não
contavam é que sua determinação e força viriam de onde eles menos esperavam.
Confira abaixo o depoimento dela:
“Decidi, logo depois de me formar
no curso de direito, que seria promotora de Justiça. Sempre gostei de direito
constitucional e me fascinava aquela instituição cuja atribuição era ser a
grande guardiã da Constituição Federal e dos direitos e garantias fundamentais.
Entendi que era exatamente aquilo que queria fazer por toda a vida. Orgulhosa
do meu sonho e cheia de coragem para concretizá-lo, comecei a estudar para
concursos públicos da área, e logo percebi que o caminho não seria tão fácil
quanto eu pensava.
Fui uma
aluna mediana na faculdade, então a ideia de ter que saber tudo de todas as
matérias me assustava bastante, já que em relação a muitas matérias a minha
sensação era a de que eu não sabia absolutamente nada. Sequer sabia por onde
começar os estudos e o planejamento.
Entendi
rapidamente que o que eu tentava fazer outras pessoas já haviam feito e de
forma fantástica. Passei então a conversar com diversos primeiros colocados dos
mais variados concursos, para entender como fizeram, e pedia orientações e
dicas. Sabendo exatamente como eles haviam se preparado, eu pouparia muitos
erros na minha preparação.
Passei
pouco mais de seis meses estudando, com o apoio financeiro de minha família.
Depois desse período, comecei a trabalhar em uma assessoria jurídica, e tive,
pela primeira vez, que conciliar estudos, trabalho e pós graduação.
Partindo
da minha própria pesquisa sobre métodos de estudo e concursos, aliada à
reflexão sobre meus erros e acertos (e dos amigos próximos) e orientações de
aprovados bem classificados, cheguei a um método de estudo que me permitiu
ótimos resultados em pouco tempo. Após pouco tempo trabalhando na assessoria jurídica,
fui aprovada, entre os 10 primeiros colocados, no concurso para analista do
Ministério Público do Estado de São Paulo. Assumi o cargo e continuava
trabalhando e estudando, sempre com o meu grande sonho à vista.
Foi então
que, aos 26 anos, em meio à preparação para o concurso de ingresso ao
Ministério Público, engravidei do Fefê. Para minha grande surpresa, notei
que muitas pessoas passaram a me olhar com ar de pena e cheguei a escutar,
inclusive de familiares, que jamais seria aprovada agora que teria um filho.
Ouvi que “deveria me contentar com o cargo de analista, que já era muito bom
para quem tinha um filho”. Infelizmente, acreditei que seria impossível. Parei
de estudar durante a gravidez, vendo cada vez mais aquele sonho, que já estava
tão perto, se distanciar.
Contudo, quando
Felipe nasceu e me olhou com aqueles olhinhos tão doces, eu logo entendi que eu
e minha pequena dupla poderíamos chegar exatamente aonde quiséssemos. Tinha
como analista um horário de trabalho que me permitia ficar com o filhote a
manhã inteira. E, à noite, quando voltava do trabalho e ele dormia, eu
estudava. Foi assim por muitos meses, todos os dias. Ele dormia. Eu estudava.
Fefê
nasceu em outubro de 2011. Em 2012 prestei o concurso para o ingresso no
Ministério Público. Durante as diversas fases ouvi, tantas vezes, que jamais
conseguiria, já que “a carreira não via com bons olhos a mulher que já tinha
filhos”. Decidi que usaria todo esse desestímulo dos outros para me motivar, e
assim foi. À véspera da prova oral, um professor me disse (sem que eu
perguntasse) que minha aprovação seria quase impossível, pois “mulher que tem
filhos não se dedica à carreira”. Mas, como a vida também é feita de boas
surpresas, encontrei uma Banca Examinadora composta por profissionais da mais
alta cultura, inteligência, decência e sensibilidade.
Maria Fernanda, no dia da posse no cargo de
promotora, com o filho Felipe, no colo (Foto: Arquivo pessoal)
Fui
aprovada em segundo lugar no concurso de ingresso ao Ministério Público.
Durante a minha posse, minha pequena dupla, que havia aprendido a andar havia
pouco tempo, saiu do colo do meu pai e foi até o local em que eu estava, na
primeira fila do salão, e permaneceu no meu colo durante toda a cerimônia. Nada
mais justo.
Posso
dizer que a receita para a aprovação é só uma: estratégia, motivação e método
de estudo. Além disso, é preciso aprender a se interessar pelo que está
estudando. E ter calma, entendendo que é apenas um caminho, que a aprovação
virá, e todo o esforço terá valido a pena.
Hoje vejo
que a maternidade, ao contrário do que ouvi tantas vezes durante a minha
preparação, muito me ajudou. Fez com que eu amadurecesse profundamente e me
tornou mais focada, segura e confiante. Se eu consigo criar um ser humano, o
que eu não consigo fazer? Também no exercício da minha profissão, sinto que a maternidade me traz
uma atuação madura, responsável, sensível e humana.
Aprendi,
com alegria, que as carreiras públicas hoje são absolutamente plurais, e já
deixaram para trás os preconceitos em razão das condições pessoais dos
concursandos. Pode ser mãe, pode ter tatuagem, pode ser surfista, pode ser
sedentário, pode ser pai, pode ser solteiro, pode ser extrovertida, pode ser
tímido etc.
Aprendi,
também, que todos enfrentamos grandes dificuldades, mas que a coisa mais linda
da vida é ter coragem de lutar por um sonho. Se há espaço para sonhar, é
possível realizar.
Após a
aprovação, passei a ajudar amigas e amigos na preparação para as provas,
ensinando o meu método inteligente de estudo, assim como me ensinaram quando
precisei. Hoje, além me dedicar muito à carreira, cuidar dos filhos, da família
e fazer esporte, passei a ajudar também os amigos virtuais, dando dicas e
orientações para o estudo. Espero, de coração, que todos alcancem o grande
sonho. Só não vale desistir.“
Maria
Fernanda Balsalobre Pinto
Promotora de Justiça – MPSP
Promotora de Justiça – MPSP
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Amor de Pai
Amor de Pai
"Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo
cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai
em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros,
cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes:
Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida" (Lucas
15:4-6).
O
velho pai dirigiu-se ao oficial no lugar onde se travara uma sangrenta batalha.
Chamava-se João Hartman. Ele tinha um filho e o moço não voltara da batalha. O
oficial disse ao velho que, possivelmente, seu filho havia morrido. O pai não
se satisfez. não concordava com a explicação do oficial. Começou a procurar o
filho querido. Anoitecia, e ele continuava procurando. Não enxergava mais senão
os vultos, mas persistia na procura. Chamava-o pelo nome, que também era o seu
próprio: "João Hartman... João Hartman..., teu pai te procura..."
Continuou gritando, e perdeu a noção do tempo. "João Hartman, meu filho...
teu pai te procura..." Ouviu uma voz fraca responder ao apelo. "Aqui
estou, pai". "Graças a Deus", disse o velho. Juntando sua
reserva de forças, carregou aquele filho querido nos braços, levando-o para ser
socorrido.
Muitas vezes nos sentimos abatidos, desalentados, sem esperança e fé. Parece
que nossa esperança morreu. Parece que nossa fé também está morta. Parece que
nossa vida não tem mais importância alguma.
Estamos muito enganados! O nosso Pai continua procurando por nós. Ele não
desiste jamais de salvar-nos. De dia e de noite Ele deseja encontrar-nos,
carregar-nos nos braços, mostrar que nem tudo está perdido. Os outros podem não
se interessar por nós; podem nem querer saber onde estamos ou o que estamos
fazendo, mas o Pai... Ele sempre quer! Sua fé não está morta, nem sua
esperança, nem seus sonhos, nem sua alegria. Quando você disser ao Pai,
"estou aqui... salva-me", Ele se alegrará e lhe dará Seu carinho e
Seus cuidados.
O Seu Pai está chamando, atenda ao chamado agora mesmo.
Paulo Barbosa
Um cego na Internet
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Quando Deus está ausente, Ele está presente
Foto: Lu Franck
Charles R. Swindoll
‘Mesmo que você pensa que perdeu tudo, Deus usa isso como uma oportunidade para despertá-lo para a compreensão de que ele ainda se encontra no controle, assim como para fazê-lo ajoelhar-se.
Tudo isto me lembra da história de um homem que naufragou numa ilha desabitada. Ele construiu laboriosamente uma pequena cabana para proteger-se do mau tempo e guardar os poucos objetos que salvara do naufrágio. Durante semanas, o homem viveu ali sozinho, tendo apenas como companhia o sol quente, as noites frias e as tempestades tropicais. Em oração, ficava olhando atentamente o horizonte para ver se divisava algum navio; mas, nada.
Certa noite, quando voltava de buscar alimento, ficou aterrorizado ao encontrar a pequena cabana em chamas. Ficou ali em pé, incapaz de apagar o fogo, sentindo-se esmagado pelo desastre. Seus poucos pertences tinham virado fumaça. Dormiu naquela noite perto das cinzas, ouvindo as ondas bater na areia e o desespero apertando seu coração.
Na manhã seguinte, bem cedo, ele acordou e viu um navio ancorado junto à ilha – o primeiro que avistara durante todas aquelas semanas em que sondara o horizonte na esperança de ser resgado. Ainda sem acreditar em seus sonhos, ele ouviu passos e depois a voz do capitão: “Vimos o seu sinal de fumaça e viemos buscá-lo”.
PROVÉRBIOS 21
Foto: Lu Franck
1Para o Senhor Deus, controlar a mente de um rei é tão fácil como dirigir a correnteza de um rio.
2Se você pensa que tudo o que faz é certo, lembre que o Senhor julga as suas intenções.
3Faça o que é direito e justo, pois isso agrada mais a Deus do que lhe oferecer sacrifícios.
4Os maus são dominados pelo orgulho e pela vaidade, e isso é pecado.
5Quem planeja com cuidado tem fartura, mas o apressado acaba passando necessidade.
6A riqueza que é ganha desonestamente acaba logo e é uma armadilha mortal.
7Os maus são destruídos pela sua própria violência porque se negam a fazer o que é direito.
8O culpado segue caminhos errados, mas o inocente faz o que é direito.
9É melhor morar no fundo do quintal do que dentro de casa com uma mulher briguenta.
10Os maus têm fome do mal; eles não têm pena de ninguém.
11Quando
o zombador é castigado, as pessoas sem experiência aprendem uma lição.
Quando se ensina o sábio, o seu conhecimento é aumentado.
12Deus, que é justo, observa os maus e os faz cair na desgraça.
13Quem recusar ouvir o grito do pobre também gritará e não será ouvido.
14Dê um presente em segredo a quem estiver zangado com você, e a raiva dele acabará.
15Quando se faz justiça, os bons ficam felizes, porém os maus ficam apavorados.
16Quem se afasta do bom senso está caminhando para a morte.
17Quem ama os prazeres passará necessidade; quem ama o vinho e a boa comida nunca ficará rico.
18As pessoas honestas ficam livres da angústia, e os maus sofrem em lugar dos bons.
19É melhor morar no deserto do que com uma mulher que vive resmungando e se queixando.
20O homem sensato tem o suficiente para viver na riqueza e na fartura, mas o insensato não, porque gasta tudo o que ganha.
21Quem é bondoso e direito terá uma vida longa e será tratado com respeito e justiça.
22Uma pessoa inteligente pode conquistar uma cidade defendida por homens fortes e destruir as muralhas em que eles confiavam.
23Se você não quer se meter em dificuldades, tome cuidado com o que diz.
24Chamamos de zombador o homem vaidoso que trata os outros com orgulho e desprezo.
25O preguiçoso morre desejando muitas coisas porque se nega a trabalhar; 26ele passa o dia inteiro pensando no que gostaria de ter. Mas a pessoa de caráter tem o que dar e dá com prazer.
27Deus detesta os sacrifícios que os maus lhe oferecem, especialmente quando oferecem com más intenções.
28A testemunha falsa será condenada à morte, mas a palavra da pessoa que costuma ouvir bem as coisas será aceita.
29O homem direito tem confiança em si mesmo, porém o mau só finge que tem.
30A sabedoria, a inteligência e o entendimento das pessoas não são nada na presença do Senhor.
31Os homens aprontam os cavalos para a batalha, mas quem dá a vitória é Deus, o Senhor.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
O papel do pai é essencial na criação dos filhos
"Segundo James Dobson, “os cientistas comportamentais só recentemente
começaram a entender como os pais são importantes para o desenvolvimento sadio
dos meninos e das meninas. Segundo o psiquiatra Kyle Pruett, autor do livro
Fatherneed, os pais são tão importantes para os filhos quanto as mães, mais de
maneira muito diversa."
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