The fear of the Lord is the beginning of wisdom; and the knowledge of the Holy One is understanding. Proverbs 9:10
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terça-feira, 24 de agosto de 2021
Pensamento do dia!!
“Estejam vigilantes. Permaneçam rmes na fé. Sejam
corajosos. Sejam fortes. Façam tudo com amor. ” 1º
Coríntios 16:13-14
domingo, 15 de agosto de 2021
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
Transtorno opositor desafiador (TOD): o que é, sintomas e tratamento Dr. Gonzalo Ramirez
Transtorno opositor desafiador (TOD): o que é, sintomas e tratamento
Dr. Gonzalo RamirezClínico Geral e PsicólogoAbril 2021
O transtorno desafiador opositor, também conhecido por TOD, geralmente ocorre durante a infância, e caracteriza-se por comportamentos frequentes de raiva, agressividade, vingança, desafio, provocação, desobediência ou ressentimento.
Geralmente, o tratamento consiste em sessões de psicoterapia e no treinamento dos pais, para que possam lidar melhor com a criança. Além disso, caso a criança tenha outro tipo de transtorno juntamente com o TOD, também pode ser receitado o uso de remédios, que devem ser indicados por um psiquiatra.
Transtorno opositor desafiador (TOD): o que é, sintomas e tratamento
Principais sintomas
Os comportamentos e sintomas mais comuns em crianças com transtorno opositor desafiador são:
Agressividade;
Irritabilidade;
Desobediência para com pessoas mais velhas;
Agitação e perda da calma;
Desafio das regras;
Incomodar outras pessoas;
Culpar outras pessoas pelos próprios erros;
Ficar com raiva,
Ficar ressentido e ser facilmente perturbado,
Ser cruel e vingativo.
Além disso, crianças com TOD também têm dificuldade para se desenvolver na escola, especialmente na interação com os amigos.
Possíveis causas
Não existe uma causa específica para o surgimento do transtorno, no entanto, é possível que seja influenciado por vários fatores, incluindo falta de atenção, abusos ou crescimento e desenvolvimento num ambiente com comportamentos agressivos, inconsistentes ou negligentes.
Como é feito o diagnóstico
O TOD pode ser diagnosticado em crianças que manifestem frequentemente e por mais de 6 meses, comportamentos para com outras pessoas que não um irmão, como:
Perde a calma;
É sensível ou facilmente incomodado;
É raivoso e ressentido;
Questiona figuras de autoridade ou, no caso de crianças e adolescentes, adultos;
Desafia acintosamente ou se recusa a obedecer a regras ou a pedidos de figura de autoridade;
Incomoda deliberadamente outras pessoas;
Culpa outros por seus erros ou mau comportamento;
Foi malvado ou vingativo pelo menos duas vezes nos últimos seis meses.
É necessário ter em atenção que o transtorno opositor desafiador pode ser mais do que agir de um modo desafiador ou fazer uma birra, o que é comum nas crianças, uma vez que o comportamento opositivo temporário pode fazer parte do desenvolvimento normal da personalidade. Assim, é importante que os pais, responsáveis e educadores sejam capazes de diferenciar o comportamento de oposição normal para o desenvolvimento da criança, conforme adquire autonomia, de um quadro de transtorno comportamental, em que predominam comportamentos de agressividade excessiva, crueldade para com as pessoas e animais, destruição de bens, mentiras, birras e desobediência constante.
Como é feito o tratamento
O tratamento para o transtorno opositor desafiador pode ser muito diversificado e passa por promover o treinamento dos pais, com o objetivo de interagirem mais eficazmente com a criança e fazer terapia familiar para dar suporte e apoio à família. Pode ainda ser recomendada a realização de psicoterapia.
Além disso, se a criança apresentar algum outro tipo de transtorno psicológico, como TDAH, o médico pode receitar alguns tipos de medicamentos, como risperidona, quetiapina, carbamazepina ou fluoxetina, por exemplo.
Saiba mais sobre o Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
terça-feira, 27 de julho de 2021
domingo, 25 de julho de 2021
Pais e filhos Dicas para os pais sobre suicídio
FONTE: LU FRANCK 2021
O livro ‘ TEENOLOGIA – ARTE DE CRIAR ADOLESCENTES INCRÍVEIS, de Tim Burns’, tem um capítulo que trata sobre o suicídio , por isso achei pertinente escrever o trecho do referido livro , devido ser um assunto muito comentado nesses dias, principalmente após alguns casos de morte de jovens por causa do envolvimento em jogos , como por exemplo, o da Baleia Azul.
Burns relata o que seu grande amigo Rich Van Pelt, especialista na área, lhe ensinou há alguns anos que:
“É necessário para um adolescente cometer suicídio é a hora, o lugar e o método. Caso seu filho tenha feito comentários sobre a hora, o lugar e o método que ele usaria para se matar, leve isso extremamente a sério. Procure ajuda imediatamente. Se ele tiver um plano em mente, a melhor maneira de pará-lo é intervir, o que, normalmente, significa uma avaliação completa num hospital. Se se filho é suicida, procure ajuda na mesma hora; se ele tem falado sobre métodos de suicídio, garanta que ele não tenha acesso aos meios hábeis. O suicídio é uma solução temporária. Há ocasiões em que os pais são simplesmente pegos de surpresa. Todavia, independente da situação, os pais informados e os que buscam ajudam normalmente verão o problema temporário desaparecer”. (p. 194)
OS FILHOS DO QUARTO
Cassiana Tardivo
“Estou para escrever desde o dia que me pequei chorando por aquele garoto de 13 anos em São Vicente que por uma brincadeira, veio a falecer.
Não sejamos exageradas para dizer que só agora com advento da WWW temos perdido filhos. Eles faleciam também antes disso.
Mas antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mas hoje temos perdido eles dentro do quarto!
Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existiam uma TV em cada quarto, nem disposto eletrônico em suas mãos. Quero deixar bem claro que não sou contra e nem capetizo tudo isso. Mas queridos, precisamos ser sinceros: temos perdido o equilíbrio. Hoje não escutamos suas vozes., não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro dos seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.
Quanta imaturidade a nossa. Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é...
Alguns , como o garoto de São Vicente, perdem literalmente a vida, mas tantos outros aí, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de ídolos de youtube, de modismos passageiros, que nada contribuem para a formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.
Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar....
Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.
Você hoje pode ler esse texto, amar, marcar os amigos. Pode enxergar neles verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes, com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite!
Convido você atirar seu filho do quarto, do tablete, do fone de ouvido, convido a você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além de sábado e domingo). E jogue, divirta-se com eles, E jogue, divirta-se com eles, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendam a viver em família, se sintam em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!
sexta-feira, 23 de julho de 2021
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