segunda-feira, 14 de maio de 2018

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O CUIDADO COM A CONCEPÇÃO










Por Hernandes Dias Lopes


“Pois tudo formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe” Sl 139.13


“O psicólogo francês Pierrer Weil, em seu livro “Relações Humanas na família e no trabalho” diz que as relações humanas começam na vida intrauterina. O cuidado com a gestação é uma prova de amor responsável. Embora só a mulher engravide, o homem precisa acompanhar a gravidez com o máximo cuidado. O ser que está sendo gerado precisa ser amado, desejado e cuidado desde o ventre, tanto pela mãe quanto pelo pai.

O estado emocional da mãe é vital para a saúde emocional da criança que está sendo gerada. Uma jovem que engravidou na adolescência ou uma mulher que não desejou a gravidez transmite para o bebê, que está sendo gestado, todas as tensões e amarguras do seu coração. Uma mãe fumante ou usuária de álcool ou de quaisquer outras drogas, afetará, às vezes, de forma irreversível a saúde física e psicológica do bebê. Uma mãe que sofre agressões verbais, morais e até físicas no período da gravidez não terá saúde  suficiente para vivenciar com doçura a gravidez.
 
Uma mãe que mantém a gravidez contra a vontade do pai da criança sofre amargamente num período que deveria estar sendo acompanhada e assistida por aquele que se transformou em seu algoz. Oh, os filhos precisam de cuidados desde o ventre! Este sacrário primeiro da vida não pode se transformar num patíbulo de tortura.”

FONTE: Devocional Cada dia  - LPC Comunicações

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Educação de Filhos - O cuidado com o planejamento. Por Hernandes Dias Lopes

O cuidado com o planejamento

"Então, Manoá orou e disse: Ah! Senhor meu, rogo-te que (...) nos ensines o que devemos fazer ao menino que há de nascer".
Jz 13-8 

Os pais precisam se preparar para a nobilíssima missão da paternidade. Gerar filhos sem planejamento não é um ato de amor, mas uma prova de irresponsabilidade. a formação dos filhos começa com o preparo dos pais. Agostinho de Hispona diz que devemos educar uma criança vinte anos antes dela nascer.
colocar filhos no mundo para depois desampará-los não é um ato de amor . A prática do sexo antes do casamento e fora do casamento têm gerado filhos não desejados e não planejados.
Filhos de pais solteiros nascem sem o amparo emocional necessário, tantas vezes, sem o acompanhamento pleno de pai e mãe. devemos reprovar todo o método abortivo de contracepção, mas devemos, de igual modo, incentivar a paternidade responsável. O pai de Sansão, juiz de Israel, buscou de Deus orientação para educá-lo e conhecer sua vocação mesmo antes de sua concepção. se planejarmos as demais áreas de nossa vida, por que não planejar com  maior cuidado a chegada dos filhos?
Se nos preparamos para as tarefas menores da vida, por que não nos prepararmos melhor para receber para receber em nossa casa uma criança? Quem ama cuida. Quem ama com responsabilidade planeja. Que se propõe a ser pai e mãe, prepara a si mesmo para essa árdua, porém, bendita tarefa.

Fonte:   Devocional CADA DIA    - LPC Comunicações

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Frase do dia!!!

John Wesley disse: "Dê-me cem pregadores que nada temem além do pecado e nada desejam além de Deus e eu não me importo se eles são clérigos ou leigos, eles sozinhos irão abalar as portas do inferno e estabelecer o Reino dos Céus na Terra."

quarta-feira, 4 de abril de 2018

OS FILHOS DO QUARTO

OS FILHOS DO QUARTO

Cassiana Tardivo

“Estou para escrever desde o dia que me pequei chorando por aquele garoto de 13 anos em São Vicente que por uma brincadeira, veio a falecer.

Não sejamos exageradas para dizer que só agora com advento da WWW temos perdido filhos. Eles faleciam também antes disso.

Mas antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mas hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existiam uma TV em cada quarto, nem disposto eletrônico em suas mãos. Quero deixar bem claro que não sou contra e nem capetizo  tudo isso. Mas queridos, precisamos ser sinceros: temos perdido o equilíbrio. Hoje não escutamos suas vozes., não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro dos seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.

Quanta imaturidade a nossa. Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que  saibamos o que é...

Alguns , como o garoto de São Vicente, perdem literalmente a vida, mas tantos outros aí, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de ídolos de youtube, de modismos passageiros, que nada contribuem para a formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois  não sabem nem mais quem são ou que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar....

 Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Você hoje pode ler esse texto, amar, marcar os amigos. Pode enxergar neles verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes, com filhos mortos dentro do quarto, então faço  você um convite e, por favor aceite!

Convido  você  atirar seu filho do quarto, do tablete, do fone de ouvido, convido a você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos  na sala, ao seu lado por mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além de sábado e domingo). E jogue, divirta-se com eles, E jogue, divirta-se com eles, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades  de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendam a viver em família, se sintam em família, se sintam pertencentes  no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém  ou terem  um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!