terça-feira, 14 de agosto de 2018

Lidando com adolescente problemático








O  livro Teenologia – a arte de criar  adolescentes incríveis, de Jum Burns,  tem  um  capítulo que  trata de adolescentes com problemas, super recomendo a leitura  dele , eis um pequeno trecho:
“ Lidando com adolescente problemático
– O que os pais podem fazer
Muitos pais entram em conflito com seus filhos. Ou seja, se sua casa parece uma zona de guerra, você não está sozinho. A tensão afeta todos os aspectos da família e gera estresse em todos os relacionamentos.
Quando seu filho estiver passando um período difícil, aconselho o mesmo ponto de partida que mencionei no capítulo 1:  permaneça o mais calmo possível, entre  em acordo com seu cônjuge e conserve o máximo da saúde  emocional, espiritual e física.
Além disso, o referido autor  também  cita outros conselhos, tais como:
1-      Persevere e busque a ajuda de Deus.

É interessante que Jesus tenha falado mais sobre os problemas e o sofrimento do que sobre a felicidade. Os desafios e crises de um filho pródigo podem esgotar  completamente as forças. A solução é viver um dia de cada vez e perseverar em meio aos momentos mais escuros da vida com nossa força enraizada na compaixão e na misericórdia  de Deus.
A Bíblia mostra  claramente  que , sobretudo nos momentos mais difíceis e dolorosos, podemos seguir em frente porque Deus está conosco e Sua misericórdia dura para sempre. Gosto em especial do Salmo 136, o qual nos lembra que, em tempos difíceis, podemos dar “graças ao senhor, porque ele é bom.  O seu amor dura para sempre”, (v. 1 NVI – grifo do autor

2-      Busque apoio.
Quando um problema atinge a família, é tentador escondê-lo. Alguns consideram o comportamento do filho vergonhoso para toda a família. Mas tenho visto que todas as famílias sofrem algum problema familiar  uma hora  ou outra. Não devemos carregar nossos fardos sozinhos . Muitas  vezes, nosso orgulho se  torna um obstáculo e não queremos compartilhar nossa dor nem mesmo com os mais confiáveis amigos, mas isso é um grande erro.  (...)

3-      Entre acordo com seu esposo.
Quando há um adolescente  rebelde em casa, é natural que os pais façam o jogo da culpa. E a pessoa mais fácil  de culpar é o cônjuge. Isso vale tanto para o pai  solteiro/mãe solteira que enfoca os erros de seu ex quanto para os pais casados. Entretanto, não é hora de fazer dos problemas de seu cônjuge  o ponto central. Se o casal tiver um plano sobre o qual entre em acordo, será muito melhor. (...)

4-      Crie um contrato de comportamento
Às vezes, uma mudança no comportamento acontece com uma atitude tão simples como a de colocar um mapa  na frente  de seu filho que defina claramente as regras, as consequências e os alvos. O contrato  se torna um sinal de alerta e faz cessar alguns comportamentos antes que eles fujam ainda mais do controle. Sugiro que você tente criar um contrato  com seu filho e que vocês definam juntos as boas e as más consequências. Ponha o contrato  o contrato no papel e veja o que acontece. Como já disse, é mais provável que os filhos apoiem o que eles ajudam a criar. Além disso, a criação de um contrato junto com seu filho dará a você a oportunidade de demonstrar  mais empatia. (...)

5-      Faça uma avaliação
Uma avaliação é simplesmente um check –up completo daquela situação ou problema que está acontecendo com seu filho adolescente e sua família (...)
(...) simplesmente conhecer o problema e ter um plano estabelecido pode fazer maravilhas (...)

6-      Busque o conselho de um especialista
Muitas vezes, após uma avaliação , o aconselhamento terapêutico é uma boa opção. A Bíblia ensina: “Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselhos há segurança  - Pv 11.14
“Buscar aconselhamento é um sinal de força, não de fraqueza.” (p 117-119)
Espero que ajudem as dicas.

Espero que ajudou, fiquem com Deus!!!

Luciana Franck

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Devocional Spurgeon






Versículo do dia: Os cedros do Líbano que ele plantou. (Salmos 104.16)

Os cedros do Líbano constituem um símbolo do crente no fato de que eles devem sua plantação inteiramente ao próprio Senhor. Isto também é verdade no que concerne a todo filho de Deus. Ele não foi plantado por si mesmo, nem pelo homem, e sim por Deus. A misteriosa mão do Espírito de Deus introduziu a semente viva em um coração que Ele mesmo preparou para recebê-la. Todo verdadeiro herdeiro do céu tem o grande Agricultor como Aquele que o plantou. Além disso, os cedros do Líbano não dependem dos homens para serem regados. Eles permanecem firmes sobre a sublime rocha, não regados pela habilidade humana; apesar disso, nosso Pai celestial supre a necessidade deles. Isto é o que acontece com o crente que aprendeu a viver pela fé. Ele não depende dos homens, nem mesmo das coisas temporais; pelo contrário, olha tão-somente para o Senhor, seu Deus, à espera do suprimento contínuo. O orvalho do céu é a sua porção, e o Deus do céu é a sua fonte. Os cedros nada devem ao homem pela sua preservação do vento tempestuoso e do temporal. São árvores de Deus, protegidas e preservadas apenas por Ele. Acontece o mesmo com o crente; ele não é uma planta de estufa, abrigada da tentação, mas permanece firme mesmo na posição mais exposta. Ele não tem qualquer abrigo ou proteção, exceto as imensas asas do Deus eterno, que sempre cobre os cedros que Ele mesmo plantou.
Assim como os cedros, os crentes estão cheios de seiva, possuindo vitalidade suficiente para se manterem sempre verdes, inclusive durante a neve do inverno. Finalmente, a condição majestosa e florescente dos cedros se manifesta tão somente para o louvor da glória de Deus. O próprio Senhor tem sido tudo para os cedros. Por isso, Davi apresenta, de modo encantador, esta verdade em um dos salmos: “Louvai ao SENHOR … árvores frutíferas e todos os cedros” (Salmos 148.7,9). No crente, nada existe que possa magnificar o homem. O crente é plantado, nutrido e protegido pelas mãos do próprio Senhor. A Ele seja dada toda a glória.
Fonte: Fiel

Algumas dicas em relação à exposição excessiva das crianças às mídias digitais.

 
 
 
 
 
Como os pais devem agir
 
 
Alguns pais podem ficar chateados com o médico, ou com o professor, ou mesmo com as entidades que lidam com os cuidados na infância ao se sentirem invadidos quando "alguém" tenta ditar a forma de educar seus filhos.
Mas, não é essa a pretensão. Verdadeiramente não é! A intenção é identificar precocemente todo e qualquer prejuízo para o desenvolvimento da criança e apresentar soluções para tal.
Assim, baseadas em pesquisas confiáveis com aplicabilidade no dia a dia, a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria vem atualizando as orientações quanto à exposição excessiva das crianças às mídias digitais.
Vamos aqui abordar as recomendações das duas entidades para que os pais possam aplicá-las em casa e para que os professores reforcem-nas no ambiente escolar.
A primeira orientação diz respeito à idade mínima para que a criança tenha contato significativo com a era digital. Pais e cuidadores devem evitar o contato com os meios digitais pelas crianças com menos de 18 meses de idade.
Até 1 ano e meio somente as chamadas videoconferências, com razoável frequência, estão permitidas: vovós que moram longe não ficarão tristes!
Entre 18 e 24 meses deve-se optar por programas com qualidade satisfatória para a idade da criança e os pais devem assistir junto. Nada de "ocupar" a criança com o tablet e ir fazer outra coisa, ok?
Deve-se interagir com a criança, ajudá-la a compreender o que está assistindo, e aqui uma dica nossa: fazer pausas com perguntas simples como por exemplo: - Que animal é esse? Qual é a cor do gatinho? O que ele está comendo? Você gostou de qual personagem?
Enfim, interação com a criança, explorando o conteúdo assistido.
Outro cuidado envolve o tempo de exposição à tela, que deve ser respeitado conforme as etapas do neurodesenvolvimento.
Crianças entre 2 e 5 anos de idade, independentemente da qualidade do material ao qual elas serão expostas, devem permanecer no máximo 1 hora em contato com as mídias.
Para as crianças com mais de 6 anos de idade, o tempo de exposição, assim como a qualidade do que lhes é oferecido, não deve prejudicar o sono, nem limitar as atividades e muito menos causar prejuízo em relação ao comportamento.
Aqui, o importante é o bom senso. Profissionais habilitados (médicos e psicólogos) podem auxiliar as famílias no ajuste da rotina da criança.
É preciso estimular a realização de atividades em família sem a presença de eletrônicos. Passeios, rodas de conversa ou de leitura, momentos em que as refeições são realizadas não devem ser acompanhados pelas mídias.
É cada vez mais comum, famílias "reunidas" sem interação, não é mesmo? Cada um cuidando do seu celular ou do seu tablet.
Outra questão: os quartos das crianças não devem contemplar TV ou computadores, visto que as crianças são mais vulneráveis às influências negativas e até mesmo perigosas do que é consumido através da mídia digital.
Assim, o uso dos aparelhos deve acontecer sob o máximo de supervisão.
Já os adolescentes não devem ficar isolados em seus quartos por longos períodos de tempo. A realização de qualquer atividade física deve ocorrer obrigatoriamente por pelo menos uma hora ao dia, quebrando a sequência de tempo frente às telas.
Outra recomendação diz repeito à exposição precoce a conteúdos inadequados, que incentivam o consumo inadequado de alimentos, que incentivam o consumo de álcool e de outras drogas, que incitam a erotização e sexualidade, que propiciam o contato com pedófilos ou outras formas de abuso ou de violência.
Orientar os filhos sobre os cuidados em acessar a internet e instalar configurações de segurança, orientá-los a não postar fotos ou informações pessoais e a não se expor em webcam é de suma importância.
Monitorar o comportamento social dos filhos na internet, baseado em preceitos éticos, ao se exigir linguajar e atitudes adequadas, sem cunho violento, discriminatório ou opressor também é muito importante para um uso saudável das mídias sociais.
Enfim, entendemos que todas as recomendações passam por uma presença maior dos pais no dia a dia dos filhos, a fim de garantir uma infância feliz, uma adolescência harmoniosa e garantir a presença de um adulto pronto para viver e melhorar a nossa sociedade.
E para terminar, é sempre bom lembrar que estar junto nem sempre é estar presente!
Fonte: Site infância e comportamento.

O VALOR DA GRATIDÃO


... sede agradecidos" (Colossenses 3:15).

O maior sinal de ingratidão é o esquecimento de dizer "obrigado".

O ingrato não reconhece o que fazem por ele, mas, apenas o que faz por outros. Ele vê os defeitos dos que tudo fazem para agradá-lo e não percebe que o defeito maior está nele mesmo. Ele não sabe dizer "obrigado", a não ser que esteja esperando um algo a mais.

Isso também acontece na vida com Deus. O Senhor cuida dele, protege-o em todas as circunstâncias, caminha a seu lado e ele só sabe dizer que Deus não lhe atendeu a esse ou aquele pedido. Foi abençoado em ocasiões incontáveis, mas a lembrança é apenas da bênção que ele pensa não ter recebido.

A ingratidão mostra falta de amor, de compreensão, de sabedoria. De amor porque exige de outros o que não existe em si mesmo, de compreensão porque tem os olhos fechados dentro de seus próprios interesses, de sabedoria porque seu gesto fecha portas e mãos abençoadoras.

Precisamos ser gratos a Deus por Sua bondade e misericórdia e também aos que Deus usa para nos abençoar. Ou tudo ganhamos ou tudo perdemos.

Senhor, ajude-nos a ver o quanto Tu nos ama.

Paulo Barbosa
Um cego na Internet


Aprenda olhar ao redor


Eu amo o coração terno do pastor que Jesus descreve em Lucas 15.
Quando uma de suas ovelhas se perdeu, ele deixou as noventa e nove e foi procurar a que estava perdida (versículo 3-6).
Deus se importar conosco desse mesmo modo e quer que nós nos importemos com as outras pessoas assim também.
Aqui  vai uma dica para começar: - DESENVOLVA “OLHOS” GENEROSOS

 – SALOMÃO DISSE: “o generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre” (Provérbios 22.9).
 Eu gosto de pensar em olhos generoso como os olhos de Deus, que passam por toda terra (2 Crônicas 16.9).
Autor desconhecido.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A foto diz tudo!!!


contentamento

Dicas Para Lidar Com Crianças Indisciplinadas

Foto: Rubberball/Nicole Hill
Ainda que o chamado “aluno difícil” seja apenas uma criança à mercê de emoções que não podem controlar ou entender, pode ser complicado para um professor manter a calma e não levar as ofensas e o comportamento para o lado pessoal.
Crianças de temperamento difícil costumam esconder toneladas de dor.  Elas se defendem contra os sentimentos ruins construindo paredes ao seu redor, onde se protegem da rejeição.
Cada esforço de um adulto que se importa para penetrar essas paredes encontra uma resistência expressada em afastamento emocional e/ou linguagem, gestos e ações ofensivas.
Como bebês incapazes de articular de onde vem seu próprio desconforto, essas crianças precisam urgentemente de adultos pacientes, determinados e com jogo de cintura o suficiente para não levar o comportamento ofensivo para o lado pessoal.
Aqui vão algumas dicas de como o professor pode se conectar ou reconectar com esse tipo de aluno:

1. Reconheça as qualidades dos alunos difíceis

Expresse positividade diariamente para cada um de seus alunos. Por mais difíceis que eles sejam, interaja com eles sempre de forma acolhedora.
Por exemplo, se um aluno aparentemente desinteressado e cronicamente atrasado chegar na sala, evite ignorar ou advertir imediatamente. Em vez disso, faça do seu primeiro contato com ele um gesto de apreciação por ele ter vindo à escola.
Exemplo: Estava esperando mesmo que você aparecesse. Feliz que você veio! Seja bem vindo. Por sinal, estamos na página 62.
Quando finalmente não houver mais ninguém ao redor, expresse sua preocupação e explique as consequências daquele comportamento.
Exemplo: Estou preocupada com seu desempenho, pois chegando atrasado você fica para trás nos conteúdos em relação aos outros colegas. Você vai ser advertido por esse atraso, mas o mais importante para mim é saber como posso ajudá-lo a chegar aqui na hora certa. Está acontecendo alguma coisa?

2. Use frases encorajadoras durante a aula

Frases que motivam os alunos contribuem para que eles se conectem à aula e ao conteúdo. Afinal, muitos alunos difíceis só buscam um pouco de aprovação. Busque brechas para utilizar esse tipo de frase durante o dia.
Pode ser “Parabéns por ter conseguido!”, “Essa questão foi difícil, parabéns!”, “Foi ótimo te ver fazendo ____”, “Espero que você esteja orgulhoso por ter feito ____, porque eu estou!”, etc.

3. Enxergue o “pior aluno” como o melhor

Pense no seu melhor aluno. Quem é o mais bem comportado? O mais motivado? Quais adjetivos lhe vêm à cabeça ao falar dessa criança?
Observe como você interage com esse aluno e tente agir da mesma forma com aquele outro mal comportado durante uma semana. Veja o que acontece com essa mudança de tratamento.

4. Envie relatórios de progresso para os pais

Faça uma carta ou email que descreva de forma breve para os pais os avanços que o aluno vêm fazendo em relação ao seu comportamento. Mostre que você vem observando progresso e tem boas expectativas para o filho deles.
O artigo que você leu acima foi de autoria do autor e educador Dr. Allen Mendler, mas a Escribo tem mais uma dica de como você pode lidar com crianças indisciplinadas:

5. [EXTRA] Use jogos!

O jogo aumenta o interesse da criança pela educação devido ao fator inovador, enfatiza a importância de seguir as regras, a sociabilidade e o autoconhecimento – afinal, para ganhar é preciso conhecer as regras, o oponente e a si mesmo.
Saiba como aproveitar o papel pedagógico dos games na educação através dessa entrevista com os especialistas em jogos para educação Carlos Seabra e André Zats para o canal NET Educação:

Por | abr 27, 2015 | - Site: Escribo